sexta-feira, 14 de novembro de 2008

CASO “A VIRADA DA GOODYEAR"


Quando assumiu o comando da Goodyear, Stanley Gault impôs um novo lema para toda a empresa: voltar-se para o negócio e para o cliente 24 horas por dia. Ao sentar-se na cadeira da presidência mundial da companhia, ele encontrou uma situação caótica. Embora a imagem e a reputação da empresa no mercado fossem intocáveis, a Goodyear havia apresentado o primeiro prejuízo em sua história e passava por forte estagnação. Gault resolveu promover um turnaround e aplicou a velha receita: reestruturou a companhia, vendeu negócios deficitários, reduziu o quadro de pessoal e enxugou os custos. Em resposta a uma segunda etapa, a Goodyear deixou de ser um mero fabricante de commodities para atuar em nichos específicos de mercado com produtos de alta tecnologia para atender necessidades específicas dos clientes. Lançou 22 modelos novos de pneus em pouco tempo, algo que jamais fizera. Muitos deles tornaram-se campeões de venda. O faturamento bateu em 11 bilhões de dólares.
 

O Brasil é o maior negócio da Goodyear fora dos Estados Unidos. A subsidiária brasileira, juntamente com a da China e da Índia, foram eleitas como prioridades dentro dos planos da corporação. O motivo é simples: esses países têm muito território, muita gente e pouco carro. Logo mais, vão comprar carros e, por tabela, vão precisar de pneus.

A Goodyear do Brasil recebeu duas missões da matriz. A primeira é conquistar corações e mentes dos consumidores, sejam eles donos de carros ou de caminhões. A outra missão é tornar a subsidiária um pólo exportador para o resto do mundo. Além disso, a empresa investiu pesadamente na sua rede de distribuidores exclusivos e criou o conceito de atendimento total ao cliente. Quando um motorista entra em uma loja, ele não quer apenas comprar pneus, mas precisa também de outros serviços, como alinhamento e balanceamento, testes de amortecedores e, principalmente, orientação técnica sobre o que comprar. O número de pontos de venda espalhados pelo país subiu de 400 para mais de 500, muitos deles dotados de autocentros que oferecem todos esses serviços. Na busca pela excelência no atendimento, os distribuidores ganharam autonomia. Antes, quando um cliente reclamava de um defeito de fabricação no pneu, tinha de esperar uma solução durante semanas, pois o produto era despachado da revenda para a empresa, onde um conselho de técnicos estudava pacientemente o caso e dava o veredicto. Aí, o caso fazia o caminho de volta. Agora, os técnicos da própria distribuidora dão a palavra final e em minutos o cliente tem uma decisão. Para tanto, a Goodyear investe pesadamente em treinamento dos revendedores para aprimorar sua capacitação técnica e melhorar o atendimento ao cliente.

Questões:
Em que aspectos o caso da Goodyear tem a ver com a Teoria Estruturalista?
Como a Goodyear montou um conjunto organizacional para ganhar mercado?
Como a visão global da estrutura mudou a tarefa organizacional na Goodyear?
Onde foram colocados os objetivos da organização?
Como se poderia fazer a análise organizacional da Goodyear?

Referência: CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003, p. 316.

CASO “O DEPARTAMENTO DE CONSTAS A PAGAR DA FORD”

CASO “O Departamento de Contas a Pagar da Ford”

Pressionada pela forte concorrência japonesa, a Ford Motor Company tinha um sério problema: muitas gorduras para cortar. No seu Departamento de Contas a Pagar (DCP), cerca de 500 funcionários se engalfinhavam com um mar de papelório para resolver pendências e pagar os fornecedores. Um total de 14 itens de uma variedade de fontes – registros de recebimentos, ordem de compras, faturas etc – tinha de ser conferido e casado. Um simples atraso de qualquer documento significava horas e horas para achar a informação correta, atrasos nos pagamentos e fornecedores raivosos. O processo era convencional. O Departamento de Compras (DC) enviava um pedido de compra (PC) ao fornecedor, com cópia para o DCP. Quando o material enviado pelo fornecedor chegava na recepção da Ford, um funcionário preenchia o formulário descrevendo o material recebido e o enviava ao DCP. Enquanto isso, o fornecedor enviava ao DCP a fatura correspondente. A partir daí, o DCP tinha de conciliar três documentos: o PC, o formulário de recebimento e a fatura do fornecedor. Em 80% dos casos, a conciliação era possível e o DCP emitia o pagamento ao fornecedor. Mas 20% dos casos proporcionavam verdadeira confusão que tomava o tempo de todo mundo. A Ford resolveu implantar um sofisticado e caro sistema computadorizado para agilizar o processo e obteve uma redução de 20% do pessoal. A euforia durou até que os administradores da Ford foram visitar a Mazda japonesa, da qual a Ford estava adquirindo parte do capital. Pasme: a Mazda tinha apenas cinco funcionários para lidar com o Departamento de Contas a Pagar. Ali tudo fluía tranqüilamente. A Ford resolveu fazer uma reengenharia de todo o processo de pagamento aos fornecedores. Com a reengenharia, tudo ficou diferente. A fatura e os três documentos foram eliminados. O papelório foi substituído por um processo ágil, simples e rápido em que a verificação e o controle são feitos diretamente por computador. O computador do DC emite um pedido ao fornecedor e informa em um banco de dados on-line. Ao receber o material, a recepção verifica a compra pendente no banco de dados. Se corresponde, aperta uma tecla para informar a chegada do material e o computador emitirá automaticamente o cheque ao fornecedor no prazo previsto. Se não, a recepção devolve o material ao fornecedor. Na verdade, o redesenho do processo quase eliminou a necessidade do DCP. Esse ficou com apenas 5% do pessoal que tinha antes.
Questões:Como era o Departamento de Contas a Pagar antes da reengenharia?
Como ficou depois, sob o ponto de vista do modelo burocrático?
Em sua opinião, o que é reengenharia?
Qual é a sua opinião sobre a necessidade de papéis e documentos?
Quais seriam outras alternativas para agilizar uma empresa burocratizada?

Referência: CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003, p. 282.

Caso – PLANO DE RECRUSTAMENTO DE RH

I Caso – Plano de recrutamento de RH

A empresa Turismo IV anunciou a vaga de Trainee de Gerente de Hotel para o seu quadro funcional. Você tomou conhecimento dessa oferta, enviou o sou currículo e foi chamado para participar do processo de seleção de Recursos Humanos. Ao apresentar-se no local e horário combinado, o Sr. Pedro dos Santos, responsável pelo processo seletivo, após lhe entrevistar, solicitou-lhe que elaborasse um plano de recrutamento para três novos cargos criados recentemente - um Relações Públicas, um Chefe de Cozinha e uma Governanta. Os dois últimos cargos se reportam ao Gerente Administrativo, que responde ao Gerente Geral, enquanto que o Relações Públicas subordina-se ao Gerente de Marketing, que se encontra no mesmo nível hierárquico do Gerente Administrativo.

O Sr. Pedro não lhe forneceu informação acerca desses cargos, mas lhe disse que você poderia contatar com o Gerente Administrativo e o Gerente de Marketing, se desejasse, e que teria dois dias para entregar o plano.
1. Quais as informações relativas aos cargos que você necessitaria e onde as buscar?
2. Você buscaria contato com alguma pessoa da empresa Turismo IV? Se sim, quem e para quê?
3. Que informações deverão constar no plano, inclusive para a sua divulgação (anúncio)?
4. Qual (is) a (s) mídia (s) a utilizar no recrutamento?

Observação: Use informações precisas (objetividade) e linguagem técnica (habilidade conceitual).

II Caso – Plano de recrutamento de RH


A empresa Turismo IV anunciou a vaga de Trainee de Gerente de Hotel para o seu quadro funcional. Você tomou conhecimento dessa oferta, enviou o sou currículo e foi chamado para participar do processo de seleção de Recursos Humanos. Ao apresentar-se no local e horário combinado, o Sr. Pedro dos Santos, responsável pelo processo seletivo, após lhe entrevistar, solicitou-lhe que elaborasse um plano de recrutamento para três novos cargos criados recentemente - um Relações Públicas, um Chefe de Cozinha e uma Governanta. Os dois últimos cargos se reportam ao Gerente Administrativo, que responde ao Gerente Geral, enquanto que o Relações Públicas subordina-se ao Gerente de Marketing, que se encontra no mesmo nível hierárquico do Gerente Administrativo.
O Sr. Pedro não lhe forneceu informação acerca desses cargos, mas lhe disse que você poderia contatar com o Gerente Administrativo e o Gerente de Marketing, se desejasse, e que teria dois dias para entregar o plano.

1. Quais as informações relativas aos cargos que você necessitaria e onde as buscar?
2. Você buscaria contato com alguma pessoa da empresa Turismo IV? Se sim, quem e para quê?
3. Que informações deverão constar no plano, inclusive para a sua divulgação (anúncio)?
4. Qual (is) a (s) mídia (s) a utilizar no recrutamento?

Observação: Use informações precisas (objetividade) e linguagem técnica (habilidade conceitual).

Gerentes de operações de serviços em empresa de turismo, de alojamento e alimentação

CBO: 1415 - Gerentes de operações de serviços em empresa de turismo, de alojamento e alimentação

1415-05 - Gerente de hotel - Administrador (serviço de hospedagem), Administrador de camping, Administrador de empresas de hospedagem, Dono de hotel - conta própria, Dono de motel - conta própria, Gerente de apart hotel, Gerente de ecoresort, Gerente de estância, Gerente de hotel fazenda, Gerente de hotel residencial, Gerente de resort, Gerente de termas,
Proprietário - nos serviços de alojamento -
empregador, Proprietário - nos serviços de hospedagem - empregador, Proprietário de hotel - conta própria, Proprietário de hotel - empregador, Proprietário de motel - conta própria, Sócio-proprietário - nos serviços de alojamento - empregador, Sócio-proprietário - nos serviços de hospedagem - empregador, Sócio-proprietário de hotel - conta-própria, Sócio-proprietário de hotel - empregador, Sócio-proprietário de motel - conta própria, Sócio-proprietário de motel - empregador, Subgerente de hotel

1415-10 - Gerente de restaurante - Administrador de refeitório, Administrador de restaurante, Assistente de direção de restaurante, Coordenador de restaurante, Coordenador de vendas (restaurante), Gerente de cantina, Proprietário - nos serviços de alimentação - empregador, Proprietário de restaurante - empregador, Proprietário no serviço de alimentação - conta própria, Sócio proprietário - no serviço de alimentação - conta própria, Sócio proprietário - no serviço de alimentação - empregador, Sócio proprietário de restaurante - conta própria, Sócio proprietário de restaurante - empregador, Subgerente de restaurante
1415-15 - Gerente de bar - Gerente administrativo de lanchonete, Gerente de bar e lanchonete, Gerente de bar, cantina e restaurante, Gerente de salão de café, Proprietário de bar - empregador, Proprietário de bar, lanchonete, restaurante - conta própria, Proprietário de lanchonete - empregador, Sócio proprietário de bar - empregador, Sócio proprietário de bar, lanchonete - conta própria, Sócio proprietário de lanchonete - empregador, Taverneiro
1415-20 - Gerente de pensão - Dono de pensão - conta própria, Dono de pensão - empregador, Estalageiro, Gerente de albergue, Gerente de pensionato, Gerente de pousada, Proprietário de pensão - conta própria, Proprietário de pensão - empregador, Sócio proprietário de pensão, Sócio proprietário de pensão - conta própria

Descrição sumária

Coordenam áreas operacionais de alojamento, alimentação, recreação e lazer em hotéis, pousadas, pensões, restaurantes e bares; gerenciam serviços em agências de turismo, hotéis e restaurantes; administram áreas de alimentos e bebidas; promovem vendas de produtos e serviços; executam rotinas administrativas; administram pessoal e recursos financeiros e gerenciam compras. Assessoram diretoria e realizam atividades de relações públicas.

Formação e experiência
Os requisitos de acesso a essas ocupações variam conforme o porte e tipo de estabelecimento. Como requisito mínimo tem-se o ensino médio, mais experiência de um a dois anos na área. Há empresas que demandam profissionais formados em escolas técnicas profissionalizantes ou em curso superior na área de hotelaria e turismo.

Condições gerais de exercício
Esses trabalhadores atuam nas áreas ligadas a alimentação e alojamento, turismo,transportes e viagens, atividades recreativas, culturais e desportivas. São empregados com carteira assinada que trabalham com supervisão permanente, em ambientes fechados ou a céu aberto, em horários diurnos ou noturnos; e se organizam em equipe. Eventualmente, trabalham sob pressão, levando à situação de estresse.

Competências pessoais
Demonstrar capacidade de relacionamento interpessoal;
Expressar-se em língua estrangeira;
Demonstrar cultura geral;
Demonstrar senso de organização;
Liderar equipes;
Assumir responsabilidade;
Demonstrar paciência;
Demonstrar dinamismo.

Recursos de trabalho
Material de escritório;
Computador;
Agenda eletrônica;
Rádio comunicador;
Telefone;
Fax;
Internet;
Celular;
Bip;
Manuais de gerenciamento;
Softwares específicos;
Máquina de calcular

Áreas de Atividades
Coordenar áreas operacionais de hotéis e restaurantes;
Gerenciar serviços em agências de turismo, hotéis e restaurantes;
Administrar área de alimentos e bebidas;
Promover vendas de produtos e serviços;
Executar rotinas administrativas;
Administrar pessoal;
Gerenciar compras;
Administrar recursos financeiros;
Assessorar diretoria;
Atuar como relações públicas.
Fonte: http://www.mtecbo.gov.br

ABORDAGEM COMPORTAMENTAL DA ADMINISTRAÇÃO

ABORDAGEM COMPORTAMENTAL DA ADMINISTRAÇÃO

TEORIA DO DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL (DO)

1. Origens DO
· O movimento do DO surgiu a partir de 1962, sendo um desdobramento da Teoria Comportamental em direção à abordagem sistêmica. Não se trata de uma teoria propriamente dita, mas de um movimento congregando vários autores no sentido de ampliar as ciências do comportamento na administração. Os fatores que o motivaram foram:
a. Dificuldades de operacionalizar os conceitos das diversas teorias administrativas, com abordagens diferentes, resultante dos esforços da Teoria Comportamental para promover a mudança e a flexibilidade organizacional;
b. Estudos sobre a motivação humana demonstram a necessidade de uma nova abordagem da administração para interpretar a nova concepção do homem e da organização baseada na dinâmica motivacional;
c. A criação do National Training Laboratory (NTL) de Bethel, em 1947, e as primeiras pesquisas de laboratório sobre o comportamento de grupo e a publicação dos seus resultados, através de um livro, em 1964, sob a coordenação de Leland Bradford;
d. Pruralidade de mudanças no mundo dos negócios, como, por exemplo, transformações rápidas e inesperadas no ambiente organizacional, aumento do tamanho das organizações, complexidade da tecnologia, mudanças no comportamento administrativo, fusão dos estudos da estrutura e do comportamento humano nas organizações.

2. As mudanças e a organização
· O conceito do DO está relacionado com os conceitos de mudança e de capacidade adaptativa da organização à mudança que ocorre no ambiente, levando a um novo conceito de organização e de cultura organizacional, a saber:
ü Um novo conceito de organização – “A organização é a coordenação de diferentes atividades de contribuintes individuais com a finalidade de efetuar transações planejadas com o ambiente”. Este conceito considera que contribuições de cada participante dependem das suas diferenças individuais;
ü Conceito de cultura organizacional – “[...] conjunto de hábitos, crenças, valores e tradições, interações e relacionamentos sociais típicos de cada organização”. Ela represente a maneira tradicional e costumeira de pensar e fazer as coisas e que são compartilhadas por todos os membros da organização;
ü Clima organizacional – “[...] atmosfera psicológica característica de cada organização” relacionada ao moral e à satisfação das necessidades dos participantes e pode ser saudável ou doentio, por ser “quente” ou “frio” etc, dependendo de como os participantes se sentem em relação em relação à organização;

ü Mudança da cultura e do clima organizacional – Cada organização possui características próprias típicas da sua cultura e clima organizacional, sendo essencial a sua observação, análise e aperfeiçoamento para que resulte em motivação e produtividade, isto é, capacidade inovadora nos seguintes fatores: adaptabilidade, senso de identidade, perspectiva exata do meio ambiente (visão) e integração entre os participantes;

ü Conceito de mudança - “Transição de uma situação para outra [...], ruptura, transformação, perturbação, interrupção”. O ambiente dinâmico em constante mudança exige das organizações uma elevada capacidade de adaptação e renovação, como condição básica de sobrevivência.
O modelo de mudança envolve três fases:

a) Descongelamento do padrão atual de comportamento –
surge quando a necessidade de mudança é óbvia que as pessoas envolvidas percebem-na e aceitam-na, permitindo “derreter” velhas idéias e substituí-las por novas idéias e práticas aprendidas (benchmarking);
b) Mudança – Descoberta e adoção de novas atitudes (reações), valores e comportamentos (ações) por meio de processos de identificação e internalização promovidos pelo agente de mudança (training, coaching, mentoring etc);

c) Recongelamento – Incorporação e fixação de um novo padrão de comportamento por meio de mecanismos de suporte e de reforço, através da aplicação (ação) do que foi transmitido pelo agente de mudança e apreendido pelo participante;

ü O processo de mudança segundo Lewin – Ocorre em um campo dinâmico de forças positivas que atuam como apoio e suporte à mudança e forças negativas que atuam em oposição e resistência a ela. As mudanças que ocorrem no mundo moderno exigem a revitalização e a reconstrução das organizações, adaptando-se ao ambiente onde estão inseridas. A administração da mudança começa pela análise das forças exógenas e endógenas e continua com o diagnóstico daquilo que deve ser mudado na organização e culmina com a sua implementação.
3. O que é DO
· Refere-se à mudança organizacional planejada, através da mudança das pessoas, bem como a natureza e a qualidade das relações de trabalho destas.
· É “o esforço de longo prazo, apoiado pela alta direção, no sentido de melhorar os processos de renovação organizacional, particularmente pos meio de um eficaz e colaborativo diagnóstico e administração da cultura organizacional”. Esta definição inclui os seguintes significados:

ü Processo de solução de problemas – Referem-se aos métodos pelos quais a empresa de defronta com as ameaças e oportunidades do ambiente e soluciona impasses.
ü Processo de renovação – Adaptação do estilo de gerenciamento de processos de solução de problemas às demandas do ambiente;
ü Administração participativa – Compartilhamento da administração com os funcionários, permitindo-lhes o papel de tomadores de decisão de forma interativa, através da mudança da cultura organizacional;
ü Desenvolvimento de fortalecimento (empowerment) de equipes – Permite liberdade de atuação, de participação nas decisões, plena autonomia no desempenho das tarefas, responsabilidade pela tarefa total e pelos seus resultados;
ü Pesquisa-ação – São utilizadas para o diagnóstico e para a implementação da mudança, a partir da identificação das necessidades organizacionais de melhoria.
3.1. Pressupostos básicos do DO:

· Constante e rápida mudança no ambiente - Envolvendo mudanças científicas, tecnológicas, econômicas, sociais, políticas etc;
· Necessidade de contínua adaptação – Exigindo ajustamento e reorganização como condição básica de sobrevivência;
· Interação entre indivíduo e organização (sistema social) – permitindo a satisfação das necessidades individuais e viabilizando a sua interação de acordo com os objetivos da organização;
· A mudança organizacional deve ser planejada - envolvendo todos os elementos da organização;
· A necessidade de participação e de comprometimento – A mudança planejada é uma conquista coletiva e não o resultado de poucas pessoas;
· A melhoria da eficácia organizacional e do bem-estar da organização - dependem da compreensão e da aplicação dos conhecimentos sobre a natureza humana, na busca de melhores contribuições e resultados das pessoas.
4. Técnicas do DO

· Treinamento de sensibilidade – Dinâmica de grupo destinada a reeducar o comportamento humano e melhorar as relações sociais. É conduzida e conduzida por psicólogo;
· Análise transacional – Visa o autodiagnóstico das relações interpessoais; é destinada a indivíduos e analisa as transações e conteúdo das comunicações entre as pessoas;
· Consultoria de procedimentos (ou de processos) – Utiliza equipes coordenadas por um consultor interno ou externo, promovendo interações nas equipes para torná-las mais sensíveis aos seus processos internos de estabelecer metas, participação, de sentimentos etc;
· Desenvolvimento de equipes – Grupos de pessoas de vários níveis e áreas reúnem-se sob a coordenação de um consultor e criticam-se mutuamente, procurando um ponto de encontro em que a colaboração seja mais frutífera, eliminando as barreiras interpessoais de comunicação através do esclarecimento e compreensão das suas causas;
· Reuniões de confrontação – Visam a alteração comportamental a partir da atuação de um consultor (terceira parte) como moderador e destinam-se a grupos antagônicos em conflito na busca da solução construtiva desse conflito, eliminando as barreiras intergrupais;
· Suprimento de informações – Técnica de mudança de comportamento que parte do princípio de que quanto mais dados cognitivos o indivíduo recebe, tanto maior será a sua possibilidade de organizá-los e agir criativamente. Meios utilizados:
ü Distribuição interna de informações para determinadas posições-chave;
ü Documentação e distribuição de resultados de pesquisas internas;
ü Discussões periódicas entre pessoas de diferentes áreas da organização;
ü Palestras sobre assuntos internos, programas e planos de trabalho etc.

Referência: CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003, pp. 369-405.

FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

PLANEJAMENTO:

Seqüência lógica de atividades, as quais deverão conduzir ao alcance dos objetivos pretendidos pela equipe.

· O que fazer? Estruturar uma empresa hoteleira;
· Como fazer? Através de trabalho em equipe: reunir..., receber..., pesquisar..., desenhar...etc;
· Quem irá fazer? Definir as atividades de cada membro da equipe, com prazos a serem cumpridos;
· Quando será feito? Cronograma;
· Com que fazer? Recursos (inclusive para apresentação do trabalho);
· Por que fazer? Justificativa do projeto (trabalho prático da disciplina);
· Quanto irá custar? Orçamento (custos em R$).

ORGANIZAÇÃO:

Organizar, estruturar e interar as pessoas e os recursos necessários e estabelecer suas atribuições e as relações entre eles.

2.1. Organizar consiste em:
· Determinar as atividades específicas necessárias ao alcance dos objetivos planejados (quem vai fazer o quê?);
· Agrupar as atividades em uma estrutura lógica (departamentalização, equipes etc);
· Designar as atividades às pessoas de cada equipe ou setor, de forma integrada (cargos e funções).
3. DIREÇÃO:
Interpretar dos planos para os outros e dar as instruções sobre como executá-los em direção aos objetivos a atingir.
4. CONTROLE (AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS):
Assegurar que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem tanto quanto possível aos objetivos previamente estabelecidos.
4.1. Fases do controle:
· Estabelecimento de padrões ou critérios;
· Observação do desempenho;
Comparação do desempenho com o padrão estabelecido;
Ação corretiva.
4.2. Estabelecimento dos padrões:
· Cumprimento de prazos;
· Objetividade do trabalho;
· Coerência dos cargos com os setores respectivos;
· Participação efetiva de cada membro no trabalho;
· Performance de cada membro da equipe durante a apresentação dos resultados.

COMO CONDUZIR UMA SESSÃO CRIATIVA E BEM-SUCEDIDA DE "BRAINSTORMING"?

1ª LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

Ricardo Bellino (*) & Silvana Case (**)

COMO CONDUZIR UMA SESSÃO CRIATIVA E BEM-SUCEDIDA DE "BRAINSTORMING"?

O "brainstorming" é parte essencial do processo de pensamento de um negócio ou nova idéia em toda e qualquer organização. Quando adequadamente executado, pode conduzir a uma dinâmica e valiosa troca de idéias e iniciativas. Porém, quando malconduzido, pode promover ressentimento, tensão interna e ser contra-produtivo.
Todos os participantes em uma sessão de "brainstorming" precisam recordar, sempre, de que nada do que é discutido ou criticado nestas reuniões tem caráter pessoal - é estritamente um negócio!
A seguir destacamos algumas dicas de como conduzir uma sessão, ao mesmo tempo criativa e bem-sucedida, de "brainstorming":

Estabeleça o papel do líder - este deve agir como facilitador, monitorando o fluxo das idéias e, principalmente, assegurando que todos tenham a possibilidade de falar, que não hajam interrupções e que a discussão permaneça no foco pré-determinado.
O líder deve incentivar o desafio e o debate entre os participantes, o que torna a sessão muito produtiva. A hostilidade não é saudável e deve ser evitada, a todo e qualquer custo.
Defina a tarefa e mantenha o controle na sua mão - todos os membros do grupo devem claramente compreender qual é o objetivo final do negócio em questão. Antes que as soluções sejam sugeridas, os fatos disponíveis, bem como os desafios, devem ser revistos e discutidos.
Indique o objetivo da sessão de "brainstorming" - o caminho da sessão de "brainstorming" precisa estar totalmente desobstruído. A finalidade é gerar idéias, inicialmente, sem consideração para o seu mérito.
Crie uma atmosfera positiva - os participantes devem se sentir livres para favorecer que a comunicação seja aberta e honesta. A seleção de um ambiente neutro se faz necessária. Encontre uma sala onde os membros da equipe possam sair de seus territórios, abasteça os envolvidos com água e/ou sucos e comece a trabalhar.
Grave as idéias - um "flipchart" permite aos membros do grupo a visualização das idéias e discussão sobre àquelas que mais lhe interessam. Circule as notas, para permitir que todos participem ativamente no processo de pensamento criativo.

Incentive o fluxo das idéias - não deve haver nenhuma avaliação precipitada no processo de "brainstorming". Os membros não devem procurar imediatamente "a idéia". O objetivo da equipe é a geração de várias idéias. A solução vai surgir, quase sempre, da conjunção dessas várias idéias.
Monitore com cuidado uma comunicação verbal e não-verbal - escute todos os membros do grupo. Também, preste muita atenção para as comunicações não-verbais. Isto vai significar, mais do que as palavras, como os membros se sentem em relação ao progresso do grupo. Selecione a melhor idéia - sumarize periodicamente o progresso do grupo.

Se o entusiasmo apresentado for para baixo, reveja as idéias. Focalize a discussão, primeiramente, nos atributos positivos de cada idéia. Somente então focalize nos aspectos negativos. Com um processo de eliminação, identifique as melhores idéias e então faça a seleção final.

Escolha uma idéia que se encontre inteiramente alinhada com o objetivo da tarefa e que todos os membros da equipe estejam dispostos a apoiar.

COMO TOMAR DECISÕES DE NEGÓCIO

2ª LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

Ricardo Bellino (*) & Silvana Case

COMO TOMAR DECISÕES DE NEGÓCIO

No mundo dos negócios tudo gira em torno de decisões, sejam elas tomadas por você, individualmente, para si mesmo, como um membro da equipe ou como um líder. Existem decisões que podem se dar ao luxo do tempo, como planos de marketing e orçamentos; outras são praticamente "atiradas" para cima de você e têm que ser tomadas no mesmo instante. Porém, cada uma delas é vital para o seu negócio e/ou sua carreira.
Algumas dicas:

Antes de tomar uma decisão, pese bem os riscos e as recompensas envolvidas. Não haja nem reaja sem antes pensar nas conseqüências. Você deve tomar decisões cuidadosas e não precipitadas.

Não deixe que as emoções influenciem suas decisões. Em geral, na maioria das vezes, elas estarão erradas e você vai se lamentar por tê-las tomado! Depois que você tomou uma decisão por impulso, poderá ter que voltar atrás ou, pior, tornar-se prisioneiro dela.

Procure equilíbrio e moderação em suas decisões. Você não quer ser conhecido como alguém que é indeciso ou impulsivo. Em geral, todos ao seu redor esperam por elas. Eles podem se frustrar se não souberem claramente que curso tomar, mas ao mesmo tempo, irão respeitar alguém que escuta e avalia a informação amplamente antes de tomar uma decisão.

Tome decisões pela razão adequada. Se você estiver em uma posição fortalecida, fique atento para que uma de suas novas decisões não comprometa realmente seu poder. Não menospreze a si ou a equipe por um simples gesto de bravura. Tome decisões pelas motivações corretas, com objetivos de longo prazo, evitando decisões superficiais que só lhe servirão para criar falsos momentos de glória. É muito importante ainda saber visualizar o pior cenário possível para uma determinada decisão tomada.

Compense suas atitudes tendenciosas na tomada de decisões. Você é uma pessoa limitada a "números" ou alguém que olha para um contexto maior? Você procura soluções rápidas ou soluções de longo prazo? Melhore a qualidade de suas decisões pela compreensão melhor sobre si mesmo.
Pratique a regra do 80/20. Reconheça que 80 por cento da informação que você necessitará para tomar uma boa decisão geralmente pode ser reunida, relativamente, em um curto espaço de tempo. Não espere pelos 20 por cento restantes; na maioria dos casos, provavelmente, eles não irão mudar a situação.
Desenvolva autoconfiança em sua habilidade para a tomada de decisão. Quanto mais decisões você toma, provavelmente melhores elas serão. A maioria das decisões profissionais não requer uma "sabedoria Salomônica", mas sim, que você pese os fatos e compreenda os indivíduos que estão envolvidos. Quando você toma uma decisão errada, precisa ser flexível o bastante para mudar a direção.
Como um líder, espera-se que você tome decisões. Equipes precisam enxergar transparência nas decisões... mesmo que a decisão do líder atrase outra por algum tempo. Os líderes, freqüentemente, tomam as decisões estratégicas e confiam aos membros da sua equipe as decisões táticas.

COMO CONTROLAR/GERENCIAR UM ORÇAMENTO

3ª LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

Ricardo Bellino (*) & Silvana Case (**)
COMO CONTROLAR/GERENCIAR UM ORÇAMENTO

Na incerteza dos tempos atuais em que todo executivo está sendo responsabilizado pelos resultados, você tem que ter ou desenvolver um gosto especial por finanças. Você tem que saber justificar um pedido, quantificar as contribuições à companhia e evitar, imediatamente, qualquer possível evasão de lucros. Não importa quão eficaz é o seu estilo de gestão, ou quão inovadora são suas idéias! Seu desempenho será medido real a real, até mesmo os centavos!

O seu orçamento é o seu plano de negócios. Ele deve refletir tudo que você pretende fazer. Se os números não fecham, talvez possa não ser um problema de orçamento. Melhor reexaminar seu plano de negócios.
Crie um fundo de contingência. Admita que imprevistos ocorrem. Qualquer coisa pode custar mais do que você espera. Entregas de última hora, por exemplo, são conhecidas por tirar dos trilhos muitos orçamentos.

Documente tudo. O ideal é ter todas as informações de custo e possíveis alternativas por escrito. Mantenha notas detalhadas sobre suas estimativas, raciocínio e cálculos que lhe fizeram chegar aos tais números.

Conheça os seus custos. Não chute! Se você não tiver condições de ter as informações precisas, é sempre melhor superestimar as despesas e subestimar as receitas.

Monitore continuamente as despesas versus o previsto em seu orçamento. O valor de uma fatura nunca deve aparecer como uma surpresa. Se as despesas estão fora do previsto, não ponha sua cabeça no travesseiro e espere que as coisas se resolvam naturalmente. Tome uma iniciativa imediatamente. Corte as despesas até que você esteja certo de que o orçamento está no trilho outra vez.
Estabeleça verificações e balanços. Defina limites para as despesas de seus diferentes níveis de colaboradores e tarefas específicas. Solicite aprovação prévia ou a sua assinatura para todas as exceções, evitando assim possíveis surpresas.

O dinheiro fala mais alto. Não mantenha as pessoas na obscuridade. Comunique-se continuamente com todas as partes interessadas sobre o status do seu orçamento. Esta é a melhor maneira de evitar constrangimentos desnecessários.

COMO GANHAR O RESPEITO COMO UM LÍDER

4ª LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

COMO GANHAR O RESPEITO COMO UM LÍDER

Respeito, confiança e credibilidade são os elementos intangíveis que podem construir ou destruir uma carreira. Ganhar respeito e desenvolver credibilidade e confiança são fatores críticos para o sucesso nos negócios. Um líder eficaz não tem que impor respeito, não deve mandar que o respeitem - suas ações devem ajudá-lo na consquista dele.

Sugestões:

Crie uma visão... e forneça os recursos-chave para fazê-la acontecer

Comunique essa visão.
Fale sobre ela com confiança e consistência em toda e qualquer oportunidade.
Seja um apaixonado. Seu entusiasmo incentivará as pessoas a aceitar as suas idéias e a perseguir seus objetivos. Você não consegue despertar interesse nas pessoas se não for um entusiasta!
Seja visível. Esteja sempre envolvido. Os membros da sua equipe querem um líder nas trincheiras, com eles. E se você disser que fará algo, querem saber que podem contar com sua palavra. Se quiser que os membros da sua equipe sejam confiáveis, demonstre confiança.
Crie uma atmosfera de apoio. Seja um bom ouvinte, paciente e aberto. Sua equipe quer sentir que pode se expressar livremente. Confiança constrói confiança.

Demonstre que você valoriza o trabalho de cada membro da sua equipe. Você terá pessoas com diferentes níveis de habilidade e responsabilidades. Reconheça que cada um contribui para o sucesso da sua equipe.

Esteja aberto a discordâncias. Os membros da equipe devem sentir que podem expressar, livremente, suas idéias e opiniões sem conseqüências negativas ou represálias.

Conheça suas forças e limitações. Avalie e compreenda como você é percebido pelos outros. Em particular, reconheça os seus próprios pontos fracos e trabalhe para eliminá-los. Seja capaz de falar sobre suas falhas com honestidade e integridade de caráter.

Aceite a responsabilidade por suas ações e as da sua equipe. Demonstre coragem. Admita suas falhas. Os membros da equipe querem um líder com coragem de admitir, inclusive, se deixou a sua equipe para baixo.
Coloque de lado seu bem-estar e interesses próprios

COMO VENDER DE FORMA CONVINCENTE

QUINTA - LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

Ricardo Bellino (*) & Silvana Case

COMO VENDER DE FORMA CONVINCENTE

Vendas: motor que move todas as empresas, esteja a sua força de vendas atuando no campo, face a face com o "prospect" ou no departamento de Telemarketing Interno - cada pessoa que mantém contato com um cliente ou um cliente potencial tem papel crucial na venda dos produtos ou serviços de sua companhia. Dicas fundamentais para ser bem-sucedido:

Conheça o seu cliente - Os bem-sucedidos profissionais de vendas sabem que as apresentações mais eficazes se baseiam, principalmente, nas necessidades do seu público alvo. Use perguntas abertas para aprender tanto quanto possível sobre os seus consumidores e o que eles esperam realizar ao adquirir seus produtos e/ou serviços.
Seja um apaixonado(a) - Além de saber tudo sobre seu produto e/ou serviço, acima de tudo você tem que acreditar e ser apaixonado por ele. Pense: se você não acreditar, porque alguém deveria? Adicionalmente, além de vendê-lo você estará se realizando ao falar sobre o assunto. Acredite: se você convencer seus "prospects" a se transformar em seus clientes, a sua relação com eles se tornará ainda melhor porque foi você quem vendeu para eles e pode assim ajudá-los.

Crie vínculos - Use os dois ou três minutos iniciais de conversa com seus "prospects" para diminuir a tensão, fazendo com que se sintam confortáveis. Tente identificar, rapidamente, qualquer atitude negativa que tenham em relaçao a você, restrições ao seu produto ou sua empresa. Invista sempre mais tempo escutando do que falando.

Seja objetivo(a) - Identifique os benefícios-chave de seus produtos e/ou serviços para priorizá-los na sua abordagem de venda. Conquiste a atenção do seu "prospect" nos primeiros segundos de sua abordagem comercial, destacando como os seus produtos ou serviços podem atender aos planos e/ou objetivos do seu cliente. Não seja vago. Evite detalhes irrelevantes ou entediantes.

Demonstre o produto, sempre que possível - Não diga apenas como o produto funciona. Mostre como pode ser útil para o seu cliente. Compare-o com os produtos da concorrência, sempre quando possível. Isso pode ajudá-lo a fechar negócios.
Conheça muito bem o seu produto e venda pelo valor, não pelo preço - Seja o seu produto "premium" ou popular, vender seus atributos só pelo preço é uma estratégia simplista demais. Venda o que seu produto pode fazer para ajudar o seu cliente. Conhecendo o seu mercado e os atributos comparativos do seu produto em relação aos concorrentes, você pode manter o diálogo fora do contexto do preço e focalizar em seus benefícios.
Antecipe-se - Identifique e resolva todas as resistências dos seus clientes a respeito dos seus produtos ou serviços. Faça um ponto contestando, objetivamente, cada uma das objeções de seus clientes.
Combine o seu estilo de comunicação com o do seu cliente - A cultura do povo faz a diferença. Saiba para quem pretende vender, pois uma abordagem de vendas fria e analítica pode funcionar com alguns "prospects". No entanto, aliando o analítico ao emocional, onde calor humano está presente, pode ser muito melhor quando o "prospect" é brasileiro, por exemplo. O mais importante é aprendar a estar confortável e agir com naturalidade e verdade com pessoas que você nunca encontrou antes.

Referências: use seus clientes de ontem para conquistar os de hoje -
Referências positivas de clientes satisfeitos podem ajudar consideravelmente a influênciar "prospects" indecisos. Depoimentos de clientes satisfeitos apoiam seu empenho e agregam credibilidade.
Comande seu próprio jogo - Como todo profissional, você necessita de aperfeiçoamento contínuo. Se acreditar, independentemente do nível hierárquico ou tempo de vivência profissional, que já sabe tudo, a probabilidade de em pouco tempo estar fora do mercado é grande!

COMO DESENVOLVER UMA ESTRATÉGIA COMPETITIVA VENCEDORA

LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO
Ricardo Bellino (*) & Silvana Case
COMO DESENVOLVER UMA ESTRATÉGIA COMPETITIVA VENCEDORA

Desenvolver uma estratégia competitiva e bem-sucedida requer uma compreensão profunda e completa não apenas de seus concorrentes e dos movimentos que estão ocorrendo, mas de uma série de outros fatores que também têm o potencial de influenciar sua posição de mercado. É tão importante saber as forças que você tem internamente na organização quanto saber os desafios e as oportunidades que podem existir do lado de fora.
As dicas de como seguir e estar à frente são:

Conheça o mercado - É de vital importância conduzir pesquisas para determinar quais produtos estão sendo oferecidos ao seu mercado alvo e a que preço. Sem esta informação básica, você estará formulando o desenvolvimento de seus produtos e fixando suas estratégias de preço às cegas.
Converse com seus clientes - Conheça em profundidade seus clientes e suas necessidades. Saiba o que estão dizendo sobre seus concorrentes. Amplie o seu mercado identificando os clientes cujas necessidades não estão sendo atendidas pela concorrência e desenvolva produtos para atender estas demandas.
· Identifique as forças e fraquezas de sua organização - A avaliação honesta dos recursos de sua companhia, e eventuais falhas, é fundamental para um planejamento estratégico eficaz. Potencialize suas forças e diferenciais para aproveitar as oportunidades do mercado. Fique atento às fraquezas da sua organização, especialmente as que podem impactar negativamente os seus clientes, pois estará oferecendo vantagem à concorrência!
· Analise os produtos dos seus concorrentes - Ela irá trazer trará idéias de como melhorar suas próprias ofertas e destacar os atributos de seus produtos em relação aos da concorrência.

Monitore permanentemente os planos da concorrência - Torne-se familiar com os produtos dos concorrentes e com as estratégias de marketing que utilizam. Entenda o estilo de vendas e serviço que oferecem e dessa forma você poderá reagir a qualquer movimento do concorrente em tempo hábil.
Crie alianças que complementem suas forças - Identifique os parceiros que possam preencher as lacunas existentes em seus conhecimentos ou potencialidades. Lembre-se: admitir pontos fracos e trazer para perto quem sabe mais é ser inteligente.
Monitore regularmente o seu mercado - As necessidades de seu cliente e as potencialidades do seu concorrente mudam a cada dia. Uma estratégia competitiva eficaz deve contemplar estar lado a lado destas mudanças. Obtenha novas perspectivas de mercado pelos seus próprios clientes e outros, para validar o seu plano estratégico e ou ajustá-lo quando necessário.
Antecipe o futuro - Compreender o cenário competitivo é crucial para o desenvolvimento de uma estratégia competitiva vencedora. Entretanto, para conseguir e sustentar uma vantagem competitiva, é igualmente importante definir o que o futuro trará em termos de interesses e necessidades. Sem esse link entre hoje e amanhã, as chances de permanência longa no mercado são mínimas.

COMO CONSTRUIR UMA EQUIPE COESA

LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

Ricardo Bellino (*) & Silvana Case (**)

COMO CONSTRUIR UMA EQUIPE COESA

Nos dias atuais, em organizações baseadas no trabalho em equipe, ganhar o respeito e a cooperação dos colegas e da equipe de funcionários é fundamental se você quiser que as pessoas lhe ajudem na realização das tarefas de maneira bem-feita. É necessário criar uma equipe coesa e promover um ambiente de cooperação para concluir, com sucesso, projetos desde os mais simples aos mais complexos e críticos

Seguem as dicas:

- Considere a missão do grupo antes de selecionar uma equipe - escolha os membros da equipe que tenham a capacidade de desempenho que melhor se adequam àquela determinada tarefa. Não faça suas escolhas baseadas em relacionamentos existentes.


- Organize uma equipe diversificada - limitar o grupo a pessoas com interesses e experiências similares limitará também o resultado final. Recrute os indivíduos que representem um mix de pontos de vista e percepções. Também, se houver a necessidade de apoio de diferentes áreas da organização, selecione membros da equipe destes departamentos

- Identifique as forças dos membros da sua equipe - pergunte aos membros quais tarefas eles se sentem mais preparados para desempenhar naquele projeto. Dessa maneira, quando você delegar atribuições, saberá quais membros estão melhor preparados e mais predispostos a executá-las.

- Seja claro sobre as responsabilidades de cada membro da sua equipe - as boas equipes têm multiplicidade de talentos. Cada pessoa tem uma capacidade que irá contribuir ao esforço comum da equipe. Todos os membros de uma equipe necessitam compreender claramente o que se espera deles, bem como o papel a ser desempenhado.
- Foco, foco, foco - se você mantiver o foco apontado no sentido correto, os membros terão uma clara visão da direção a seguir. Você precisa comunicar sua visão à equipe diariamente e usá-la como um guia de comportamento. Para ajudar-lhes a conectar suas ações diárias a sua visão, envolva os membros existentes e novos nas discussões sobre o que estão fazendo, e porquê.
- Faça todos os membros responsáveis pelos resultados da equipe - quando a equipe é bem-sucedida, eles compartilham a glória; quando a equipe não é tão bem-sucedida, eles devem compartilhar as conseqüências.

- "Condicione" os membros da sua equipe a acreditar que eles são parte de um grupo bem-sucedido - se assegure que os membros saibam que sua equipe está composta de vencedores e que eles não estariam lá se não fossem vencedores também. Construa o espírito de equipe incentivando trabalhos em grupo.
Ganhe o respeito dos membros da sua equipe - as pessoas seguem um líder em que confiam e respeitam. Cumpra plenamente suas promessas. Se você disser que fará algo, faça, pois eles contarão com a sua palavra

- Obtenha retorno e sugestões sobre como melhorar o desempenho da sua equipe - os membros novos podem, freqüentemente, conseguir enxergar mais claramente do que os "insiders". Mesmo que você discorde das sugestões de determinados membros da sua equipe, deixe-os saber que você estava feliz em ouvir as idéias apresentadas.

LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

Seja direto. Líderes que agem de forma assertiva ganham o respeito dos seus colaboradores porque se expressam de uma maneira honesta e direta. Falando de forma assertiva, você pode fazer seu ponto sem menosprezar ou alienar os outros membros da equipe.

Seja positivo. Sua postura é tão importante quanto suas palavras. O tom e o ritmo de suas palavras são uma parte importante de sua comunicação. Ouça você mesmo primeiro, para avaliar se está soando comprometido com a sua idéia. Sua paixão será contagiante.

Esteja sempre disposto a responder. Pergunte o que as pessoas gostam mais ou menos em suas idéias.
Seja um ouvinte atento, daqueles que se inclinam na conversação e se mostram completamente atentos.
Faça perguntas. Seus colaboradores, certamente, lhe oferecerão introspecções importantes sobre seu modo de pensar e ver a sua idéia. Suas respostas então podem ser dirigidas a seus interesses específicos

Mostre confiança. Sua postura física diz tanto sobre seu compromisso com uma idéia ou com uma opinião, e sua disposição de sustentá-la, quanto as suas palavras e o tom de sua voz. Uma comunicação não verbal representa mais de 90% de toda a sua mensagem. Mantenha sua cabeça sempre erguida e o contato olho no olho

Seja persistente. Permaneça no curso. Você pode necessitar rever seus planos, mas ao mesmo tempo continuar a demonstrar seu comprometimento e entusiasmo para assegurar o total apoio dos seus colaboradores. Permaneça focado no seu no objetivo final.

Assuma responsabilidades pelos seus atos. Se sua abordagem falhar, seja o primeiro a admiti-la. Seus colaboradores irão respeitá-lo por ser responsável. Reveja então a situação, determine o que foi feito de errado e aprenda como melhorar para uma próxima vez.

Encaminhe este e-mail para sua rede de amigos para que eles também tenham acesso ao teste de Q.E. - Quociente Empreendedor. Acesse www.oaprendiz.com e faça o seu networking funcionar

Ricardo Bellino é fundador da Trump Realty Brazil, tendo sido considerado pelo próprio Donald Trump, em seu novo livro "Pense como um Bilionário", como uma verdadeira inspiração e exemplo para os aspirantes a aprendiz. É também o mentor do INEMP - Instituto do Empreendedor e autor dos livros PDI - O Poder das Idéias e Sopa de Pedra, ambos sucesso de crítica e vendas

** Silvana Case é vice-presidente executiva do Grupo Catho, uma das maiores empresas de consultoria em Recursos Humanos do País. Atua na orientação de carreira e no recrutamento de executivos.
Nos últimos 2 anos, vem conversando com empresários e CEO's para conhecer a fundo a trajetória profissional de pessoas que fazem a diferença no cenário econômico brasileiro - pessoas que chegaram lá. Para conhecer um pouco das histórias de sucesso de pessoas como
eu e você, acesse www.catho.com.br/jcs.

COMO SER UM GERENTE DE PROJETO EFICAZ

10ª LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO
Ricardo Bellino (*) & Silvana Case (**)

COMO SER UM GERENTE DE PROJETO EFICAZ

O que é ser um gerente de projetos eficaz?
Encontrar soluções para executar tarefas complexas e multifuncionais, no tempo previsto e dentro do orçamento, mas sem a pretensão de fazer tudo sozinho. A habilidade de planejar, coordenar e entregar projetos significa utilizar as habilidades necessárias de liderança para influenciar seus colaboradores, para que estes executem o trabalho.
Dicas importantes:
* Defina claramente, desde o início, o escopo do projeto em questão. Tome os objetivos e necessidades do projeto e os transforme em parâmetros concretos para sua implementação. Essa é a melhor maneira de evitar que o projeto evolua fora do controle.

* Defina prazos realistas que permitam que você se mantenha no cronograma. Defina tais prazos em conjunto com seus colaboradores e todos aqueles da equipe para quem o projeto está sendo desenvolvido.

* "Realista" é a palavra-chave, pois a própria equipe não irá comprar a idéia se não acreditarem que poderão entregar no prazo.
* Desmembre o seu projeto em tarefas menores e gerenciáveis. Isto fará o trabalho menos intimidante para os membros da equipe e permitirá que se termine determinado grupo de tarefas no prazo.
* Delegue as tarefas baseando-se nas competências dos membros da equipe. Conheça os atributos individuais de cada membro e delegue tarefas baseando-se neles. Monitore o trabalho para assegurar que as tarefas estejam sendo realizadas conforme previsto.
* Estime o impacto que o custo terá sobre o seu projeto. Um gerente de projeto precisa estimar, com antecedência, todos os custos inerentes ao projeto, para então começar a dispor dos recursos requeridos.
* Seja um entusiasta em relação ao projeto. O entusiasmo de um líder inspira outros, facilitando a manutenção da equipe motivada e envolvida. Seja otimista, mesmo que algo não saia conforme o planejado, para evitar que o moral da equipe baixe. Ajude o grupo a superar depressões emocionais com atitudes positivas.
* Instale e valorize o espírito de equipe. Os membros da sua equipe devem estar orgulhosos em fazer parte do grupo. Quando eles não estão entusiasmados pelas realizações passadas nem motivados pelos novos objetivos, não estarão comprometidos em um esforço conjunto junto a você. Isto poderá criar problemas para você, tornando mais difícil a conclusão do objetivo da equipe.

* Antecipe possíveis obstáculos. Todos os projetos têm problemas. Desenvolva e dê prioridade aos planos de contingência e saiba quais as alternativas para implementá-los, quando necessário. Isto reduzirá a necessidade de medidas drásticas, e irá assegurar a conclusão bem sucedida do seu projeto.
* Planeje as mudanças. Durante toda a extensão de um projeto, mudanças poderão ser necessárias. Um gerente de projeto eficaz terá sempre pronto um sistema de mudança que irá lhe ajudar a ajustar o rumo do seu projeto rapidamente.
* Mantenha uma visão global. Em vez de focar somente nos detalhes das tarefas que devem ser feitas, foque no objetivo final. Dessa forma, você ficará menos vulnerável se um problema específico ocorrer no meio do caminho. Mantenha uma visão clara e prepare o seu projeto para os momentos difíceis.
* Tome o controle do “pulso” do projeto. Como líder você tem a obrigação de monitorar o progresso da sua equipe, em função das tarefas realizadas, bem como dos recursos aplicados. Não diminua a sua participação. Seu envolvimento permanente ajudará a manter o seu projeto no trilho.

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E os leitores do Carreira & Sucesso agora também poderão escutar, em podcasting, todas as lições de Ricardo Bellino e Silvana Case. Periodicamente, novos capítulos do PodSucesso estarão disponíveis. Cadastre o RSS do PodSucesso e receba jautomaticamente, sem custo algum, as lições, todas as segundas, quartas e sextas-feiras.

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* Ricardo Bellino é fundador da Trump Realty Brazil, tendo sido considerado pelo próprio Donald Trump, em seu novo livro "Pense como um Bilionário", como uma verdadeira inspiração e exemplo para os aspirantes a aprendiz. É também o mentor do INEMP - Instituto do Empreendedor e autor dos livros PDI - O Poder das Idéias e Sopa de Pedra, ambos sucesso de crítica e vendas.

** Silvana Case é vice-presidente executiva do Grupo Catho, uma das maiores empresas de consultoria em Recursos Humanos do País. Atua na orientação de carreira e no recrutamento de executivos. Nos últimos 2 anos, vem conversando com empresários e CEO's para conhecer a fundo a trajetória profissional de pessoas que fazem a diferença no cenário econômico brasileiro - pessoas que chegaram lá. Para conhecer um pouco das histórias de sucesso de pessoas como eu e você, acesse www.catho.com.br/jcs.

COMO COMUNICAR-SE DA MANEIRA CERTA COM SEU CHEFE

A maioria dos chefes gosta quando seus subordinados comunicam efetivamente novas idéias, falam de inovações e melhores formas de atingir resultados. Falando um pouco sobre O Aprendiz, se tem algo que deixa Donald Trump irritado é quando um candidato começa a interrompê-lo repetidas vezes quando ele está falando. O público já presenciou essa cena diversas vezes e deve ter se espantado com a falta de tato que alguns participantes têm demonstrado ao se dirigirem ao chefe. Saber quando e o quê falar é fundamental.

Tenha sempre em mente as seguintes dicas:
Reuniões exigem preparação - Cuidado com o improviso. Antecipe as questões que possam surgir e certifique-se de que você está em condições de respondê-las. Prepare com antecedência todo o material que precisa levar. Esquecer de algum documento que deveria ser apresentado é constrangedor e até mesmo sinal de negligência. Na dúvida, leve mais do que necessário e não os apresente se não surgir a necessidade (prevenir é dever de todos!)

Pense antes de falar - Não se exponha inutilmente. Pense sobre as ações e sentimentos que pretende expressar. Em um episódio de O Aprendiz, um dos membros da equipe perdedora tinha imunidade, ou seja, pelas regras do programa, não estava sujeito a ser demitido, pois havia liderado a equipe vitoriosa no episódio anterior. Porém, no afã de defender seu desempenho, ele disse que sua atuação fora tão boa que estava disposto a abrir mão de sua imunidade, pois tinha certeza de que não seria demitido. A bravata acabou lhe custando a chance de continuar no programa.

Seja conciso nas respostas - Responda objetivamente o que lhe foi perguntado. Não exaspere seu chefe com rodeios, delongas e detalhes que ele não quer saber naquele momento. Se ele quiser saber mais, irá questionar.

Seja direto quando a situação assim exigir - Diga o que você tem a dizer de modo educado, porém firme. Lançar mão de eufemismos, alusões e indiretas não é sinônimo de diplomacia. Na verdade, isso é recebido como um sinal de que você não tem coragem de expor e defender sua verdadeira opinião

Busque a informação certa - Se seu chefe lhe faz uma pergunta e você não tem as informações necessárias para respondê-la, a melhor saída é ser honesto e dizer que precisa buscar mais informações a respeito. Chutar, enrolar ou passar dados incorretos o colocarão numa situação muito pior

Timing é tudo - Principalmente se você tiver de discutir um aumento de salário, uma promoção ou um tema pessoal. É caminho certo para o desastre tentar falar disso com seu chefe quando ele está muito ocupado lidando com algum problema urgente da empresa ou quando ainda está sofrendo o impacto de alguma má notícia ou revés. Use sua sensibilidade e bom senso para perceber se o momento é adequado ou não.

Saiba argumentar - Não confunda argumentação com discussão. Se tiver de contrariar seu chefe, certifique-se de que sua argumentação é sólida. Apóie-se em números, dados e fatos, e não apenas em opiniões. Mantenha o tom cordial para evitar bate-bocas e confrontos. Não encare a situação como uma disputa. A palavra final é dele, mas você poderá ajudá-lo a chegar à decisão mais adequada se fornecer informações úteis.

Atenção com a linguagem corporal - Ao falar com o chefe, mantenha uma postura alerta e poderá sofrer um duro golpe
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Ricardo Bellino é fundador da Trump Realty Brazil, tendo sido considerado pelo próprio Donald Trump, em seu novo livro "Pense como um Bilionário", como uma verdadeira inspiração e exemplo para os aspirantes a aprendiz. É também o mentor do INEMP - Instituto do Empreendedor e autor dos livros PDI - O Poder das Idéias e Sopa de Pedra, ambos sucesso de crítica e vendas.

** Silvana Case é vice-presidente executiva do Grupo Catho, uma das maiores empresas de consultoria em Recursos Humanos no país. Responsável pela área de consultoria estratégica junto à presidência de empresas, através de trabalhos de executive assessment e headhunting. Coordena e administra a área de orientação de carreira para executivos. Nos últimos dois anos vem conversando com empresários e CEO's para conhecer a fundo a trajetória profissional de pessoas que fazem a diferença no cenário econômico brasileiro - pessoas que chegaram lá. Para conhecer um pouco dessas histórias de sucesso, acesse www.catho.com.br/jcs

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

NOSSO AMOR SEMPRE

Tô afim de dormir

Natureza

No horizonte o sol se levanta no horizonte o sol se põe
Vejo garças e pássaros voando pelo céu.
O ritmo da natureza me lembra a música e a música me lembra a poesia.
Poesia que aparece, poesia que brota da cabeça do poeta.
O poeta que é gente, que é homem crescido.
O poeta que é humano, que faz parte da natureza.
O sol se põe e o ciclo se renova.
Dia após dia desfrutamos da vida e a vida, é Deus.

Cecília Meireles
O Menino Azul
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)



Usina de Sonhos

Em um mundo com pouca harmonia
Que tal um pouco de alegria?
Eis, que aconteceu um milagre,
transformando os versos de um trovador em um sonho de amor.
Sonhar é viver, deixando a fantasia acontecer.
O importante é fazer de cada minuto uma vitória,
uma glória, um sentimento,
que se conquista a todo momento.
É ficar feliz com tudo e a qualquer hora,
até com a chuva que cai lá fora quando o sol já foi embora.
Encantamento é esperar o ano todo pelo Natal Ou,
quem sabe, formar um lindo coral
O que importa é não deixar o sonho morrer
Isso só faria você sofrer.
Mas se não conseguir aprender a sonhar,
mesmo depois de tanto tentar Não fique triste,
que a gente te ensina Aqui, na nossa Usina.

Caras e bocas de Santiago Gato lindo cheiroso, fofo da titia....

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

A INVEJA

É tão natural destruir o que não se pode possuir, negar o que não se compreende, insultar o que se inveja". (Honoré de Balzac)"


A inveja é um vírus q se caracteriza pela ausência d sintomas aparentes, O ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho brilha. Só a inveja se esconde" (Zuenir Ventura ) A inveja é um sentimento presente nos seres humanos e é a principal causa dos fracassos das pessoas que a cultivam.

Esse sentimento faz com que a pessoa fique sempre preocupada com o seu colega que ganha um salário melhor, ou tem um carro mais caro ou uma mulher mais bonita. E acabam deixando passar desapercebidas as oportunidades que as poderiam fazer crescer e a realizarem suas ambições. A inveja pode até ser direcionada para aspectos não materiais, o que na minha visão é a mais grave de todas. Essa é a mais destruidora e fatal.


O invejoso sempre acha que o culpado pelo seu fracasso é o sucesso do outro.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

CIDANIA


Todo mundo tem direito á saúde e moradia
Ao esporte e, ao respeito o pão, ao lazer e a alegria
Também muita segurança pra se ver a confiança no rosto do cidadão
Que todos possam falar 
Exigir, reivindicar com muita educação.
Mas também tem o dever 
Pra garantir o direito
Pois devemos conhecer muito bem este conceito
Se não perde a autonomia
Fere a democracia
Perdendo assim a razão
Agindo de má vontade
Com pouca maturidade
Somente por emoção.
É preciso a gente ter, Toda documentação
Pra garantir o poder, Que tem todo cidadão
De participar da política, Argumentar, fazer crítica, escolher os governantes, Lutar pela igualdade
Com responsabilidade
E poder ser militante.
Ter um salário decente
Combater a corrupção
É um direito da gente
Dever da população exigir dignidade
Pegar oportunidade superar o preconceito
Valorizar a cultura com grande desenvoltura
Virar povo satisfeito.
Fazer valer a verdade
Não ter medo do real
Vencer a desigualdade
E preservar a moral
Sempre ter participação
Quando houver decisão
Na sua comunidade
Defender com alegria
O tema cidadania
E viver bem na sociedade.

de José Carlos da Silva

Mulher

Mulher, talismã indecifrável.És a primavera que enflora a vida, tens uma alma de conquista.Mulher és a harmonia da poesia nos confins do infinito.Apesar de tanta beleza, é o ser mais misterioso e divino que conheci.Um vulto gracioso na noite silenciosa responde os pensamentos d’outra esfera.Mulheres trazem a vida ao mundo, guardas o universo em teu ventre, Onde vestes o véu da esperança e do amor.A essência denuncia o espírito que sob formas femininas Habitam desejos, vontades, sentimentos.Mulher és a aurora da existência,Quero ver-te brilhar, cantar, sorrir,És a ave da inocência no vôo do conhecimento.Nos olhos da mulher pode-se ver o brilho no horizonte da alma.Guardas tudo que tens de bom, bem no íntimo de seu coração,E saibas que ser mulher é ser especial.
de Jeandro Cabral Pereira

Desenvolvimento Sustentável na Amazônia


O Brasil ocupa o 4º lugar entre os principais países emissores de gases do efeito estufa. Erradicando o desmatamento, o País passaria a ocupar o 18º lugar.Além das áreas protegidas, outra forma de conter o desmatamento e, conseqüentemente as mudanças climáticas, é desenvolver atividades econômicas sustentáveis nas florestas, de modo a fortalecer as comunidades locais e aproveitar os recursos disponíveis nas regiões. O apoio a projetos de manejo florestal comunitário e empresarial, manejo de pesca, iniciativas de capacitação, educação e conscientização ambiental e ações de comunicação e políticas públicas.Com esse objetivo, o WWF-Brasil criou o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável (PADS). Os projetos do PADS ajudam famílias a viver da coleta de castanha-do-Brasil, óleo de copaíba, artesanato, ecoturismo e outros produtos florestais, sem ter que derrubar árvores para retirar madeira ou abrir pastagens, assegurando, desta forma, a conservação da floresta e da biodiversidade.Além disso, lidar com o desenvolvimento sustentável na floresta é desenvolver e incentivar capacidade adaptativa às futuras mudanças do clima, que se dão gradualmente, na medida em que o planeta aquece.