sexta-feira, 28 de novembro de 2008
TEORIA DA CONTINGÊNCIA
· A abordagem contingencial salienta que não se alcança a eficácia organizacional seguido um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única e melhor para organizar no sentido de se alcançar os objetivos variados das organizações dentro de um ambiente também variado.
1.1. Relação funcional
· Há um espaço proativo na abordagem contingencial: “se-então”. O reconhecimento, o diagnóstico e a adaptação à situação são importantes, porém não são suficientes. As relações funcionais entre condições ambientais e práticas administrativas devem ser constantemente identificadas e ajustadas.
2. Origens da Teoria da Contingência
2.1. As contingências externas
· As pesquisas procuraram compreender e explicar o modo como as empresas funcionam em diferentes condições que variam de acordo com o ambiente ou contexto que elas escolheram como seu domínio de operação. Essas condições são ditadas “de fora” da empresa, ou seja, do seu ambiente.
2.2. Estratégia define a estrutura organizacional
· Diferentes estruturas organizacionais são necessárias para adotar diferentes estratégias e enfrentar diferentes ambientes. Um exemplo é a reengenharia.
2.3. O imperativo ambiental
· Burns e Stalker preconizam que “a forma mecanicista de organização é apropriada para condições ambientais estáveis, enquanto a forma orgânica é apropriada para condições ambientais de mudança e inovação: é o ambiente que determina a estrutura e o funcionamento das organizações”.
2.4. Diferenciação versus integração
· Ao lidar com o ambiente externo, as empresas se segmentam em unidades, cada uma com a tarefa específica de tratar uma parte das condições existentes fora da organização (unidades de vendas, de produção e de pesquisa). A diferenciação (desempenho de tarefas específicas) imposta pela contingência ambiental exige integração (coordenação entre os diversos departamentos) para que a organização atinja os seus objetivos globais.
2.5. Teoria da Contingência
· “Não existe uma única maneira melhor de organizar: ao contrário, as organizações precisam ser sistematicamente ajustadas às condições ambientais.”
A Teoria da Contingência apresenta os seguintes aspectos:
ü A organização é de natureza sistêmica, isto é, ele é um sistema aberto;
ü As características organizacionais apresentam uma integração entre si e com o ambiente;
ü As características ambientais funcionam como variáveis independentes.
2.6. Relativismo na administração
· A Teoria da Contingência explica que não há nada de absoluto nos princípios gerais de administração. Os aspectos universais e normativos devem ser substituídos pelo critério de ajuste constante entre cada organização e o seu ambiente e tecnologia.
2.7. O imperativo tecnológico
· Woodward considera que há um imperativo tecnológico nas organizações, isto é, “a tecnologia adotada pela empresa determina a sua estrutura e o comportamento organizacional”.
TURISMO E MEIO AMBIENTE
· Com o ambiente é extremamente vasto e complexo, as organizações não podem absorvê-lo conhecê-lo e compreendê-lo em sua totalidade e complexidade. Por isso, a organização precisa mapear seu especo ambiental, o que é feito por pessoas (seus dirigentes), sujeitas ao subjetivismo e às diferenças individuais.
3.1. Seleção ambiental
· As organizações não são capazes de compreender todas as variáveis do ambiente de uma só vez, necessitando selecionar os seus ambientes e visualizar as partes escolhidas e selecionadas desse enorme conjunto (análise ambiental: oportunidades e ameaças), para o processo de tomada de decisão.
3.2. Percepção ambiental· Ao selecionar e perceber seus ambientes, as organizações procuram reduzir a dissonância e manter a consonância, a fim de manter a coerência em seu comportamento. Esse processo se dá a partir das informações ambientais e a sua comparação com as anteriores, ajustando a sua percepção do ambiente e conseqüente adaptação às novas contingências.
3.3. Desdobramento do ambiente
· Para compreender o que constitui o ambiente, torna-se necessário analisá-lo de acordo com seu conteúdo, separando-o em ambiente de tarefa e ambiente geral.
ü Ambiente de tarefa - Ambiente mais próximo e imediato de cada organização. Constitui o segmento do ambiente geral do qual a organização extrai suas entradas (input) e deposita suas saídas (output). A sua constituição está ilustrada na Figura 1, abaixo.
ü Ambiente geral - É o macroambiente, genérico e comum a todas as organizações. Tudo o que acontece no ambiente geral afeta diretamente direta ou indiretamente todas as organizações de maneira genérica. A sua constituição está ilustrada na Figura 1, abaixo.
3.4. Tipologia de ambientes
· O ambiente é um só, mas suas partes apresentam características diferentes entre si. Para facilitar a análise ambiental, existem tipologias de ambientes, relacionadas com o ambiente de tarefa, que são classificadas como:
a) Ambiente homogêneo - pouca segmentação ou diferenciação dos mercados. É composto de fornecedores, clientes e concorrentes semelhantes;
b) Ambiente heterogêneo - quando ocorre muita diferenciação entre os fornecedores, clientes e concorrentes, provocando uma diversidade de problemas diferentes à organização.
d) Ambiente instável – muitas mudanças (os agentes estão constantemente provocando mudanças e influências recíprocas, formando um campo dinâmico de forças).
3.4. A influência ambiental
· Quanto mais homogêneo for o ambiente de tarefa, menos diferenciação será exigida da organização, pois as limitadas criações impostas a ela poderão ser tratadas por meio de uma estrutura organizacional simples e com pouca departamentalização.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
ESTRUTURA MATRICIAL
· Sua essência é combinar as duas formas de departamentalização – a funcional com a departamentalização de produto ou projeto – na mesma estrutura organizacional. O desenho matricial apresenta duas dimensões: gerentes funcionais e gerentes de produtos ou projetos.ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS (APO)
· Seu aparecimento ocorreu em 1954, com a publicação de um livro sobre a Administração por Objetivos, de Peter F. Drucker, considerado o pai da APO.
2. Características da APO
A APO é um processo pelo qual gerentes e subordinados identificam objetivos comuns, definem as áreas de responsabilidade de cada um em termos de resultados esperados e utilizam esses objetivos como guias para a sua atividade.
Analisando o resultado final, o desempenho do gerente e do subordinado podem ser objetivamente avaliados e os resultados alcançados são comparados com os resultados esperadas.
Gerente e subordinado se reúnem, discutem, negociam e em conjunto formulam os objetivos de desempenho para o subordinado. Objetivos, metas e resultados são negociados entre eles. A formulação de objetivos é consensual e participativa.
A partir daí, o gerente se compromete a proporcionar apoio, direção e recursos (treinamento, equipamentos etc) para que o subordinado possa trabalhar eficazmente orientado para o alcance de objetivos.
O subordinado passa a trabalhar para desempenhar metas e cobra os meios e recursos necessários para alcançar os objetivos.
Periodicamente, gerente o subordinado se reúnem para uma avaliação conjunta dos resultados e do alcance dos objetivos.
A partir da avaliação conjunta, há uma reciclagem do processo: os objetivos são avaliados ou redimensionados, bem como os meios e recursos necessários.
Estabelecimento de objetivos para cada departamento ou posição de gerência – Os objetivos podem ser denominados metas, alvos ou finalidades, porém a idéia básica é a mesma: determinar os resultados que o gerente e o subordinado deverão alcançar. Os objetivos devem ser quantificados e com prazos definidos.
Integração entre os vários objetivos departamentais – os objetivos de vários departamentos ou gerente envolvidos devem ser estreitamente correlacionados. Exemplo: objetivos comerciais com de produção; objetivos de um nível com os de outro nível superior ou inferior.
Ênfase na mensuração e no controle de resultados – a partir dos objetivos traçados, o gerente e o subordinado passam a elaborar os planos táticos adequados para alcançá-los da melhor maneira. Os planos táticos são os meios de alcançar os objetivos departamentais, sendo desdobrados em planos operacionais e enfatizando a quantificação, a mensuração (comparação entre o que foi planejado e o que foi executado) e o controle.
Contínua avaliação, revisão e reciclagem dos planos – A APO envolve a avaliação e a revisão regular do processo e dos objetivos alcançados, permitindo que providências sejam tomadas e novos objetivos sejam fixados para o período seguinte.
2.2.1. Etapas do ciclo da APO
Participação atuante dos gerentes e subordinados – Quando o gerente define os objetivos, vende-os aos seus subordinados, mensura-os e avalia o progresso, o processo torna-se muito mais um controle por objetivos do que propriamente uma Administração pos Objetivos.
Apoio intensivo do staff – A abordagem do tipo “faça-o você mesmo” não é aconselhável em APO, pois ela exige coordenação e integração de esforços, o que pode ser feito pelo staff.
3. A fixação de objetivos
- O objetivo deve ser quantificado, difícil, relevante e compatível.
- Os números orientam o desempenho dos gerentes para um resultado mensurável, importante e compatível com os demais resultados.
- A importância dos objetivos deve ser avaliada pelos seguintes aspectos:
OS OBJETIVOS PROPORCIONAM UMA DIRETRIZ OU UMA FINALIDADE COMUM
- Servem de base para avaliar planos e evitam erros devidos à omissão;
- Melhoram as possibilidades de previsão do futuro. A organização deve dirigir o seu destino, em vez de submeter-se às fatalidades ou ao acaso;
- Quando os erros são escassos, os objetivos ajudam a orientar e prever a sua distribuição criteriosa.
3.1. Critérios de escolha dos objetivos
São fixados de acordo com a prioridade e a contribuição para o alcance dos resultados-chava da empresa.
Exemplos de critérios:- Procurar as atividades que têm maior impacto sobre os resultados;
O objetivo deve ser específico, mensurável, claro e basear-se em dados concretos: o que, quando, quanto;
- Focar objetivos na atividade e não na pessoa;
- Detalhar cada objetivo em metas subsidiárias;
- Usar linguagem compreensível para os gerentes;
- Manter-se dentro dos princípios de administração. Concentrar-se nos alvos vitais do negócio e não se dispersar em atividades secundárias;
- O objetivo deve indicar os resultados a atingir, mas não deve limitar a liberdade de escolha dos métodos. Indicar o quanto, mas não o como;
- O objetivo deve ser difícil de ser atingido, requerendo um esforço especial, mas não a ponto de ser impossível;
- O objetivo deve representar uma tarefa suficiente para todo o exercício fiscal da empresa;
- O objetivo deve estar ligado ao plano de lucros da empresa, que deve ser, para alguns autores, o objetivo último.
Exemplos de objetivos:
- Inovação e criatividade nos produtos;
- Produtividade eficiência e qualidade;
- Aplicação rentável nos recursos físicos e financeiros;
- Taxa de dividendos ou índice de retorno do capital investido (lucro);
- Qualidade de administração e desenvolvimento dos executivos;
- Responsabilidade pública e social da empresa;
- Satisfação do cliente;
- Competitividade no cenário globalizado.
3.2. Hierarquia dos objetivos
Objetivos estratégicos –
Objetivos táticos –
Objetivos operacionais –
Para que a hierarquia de objetivos seja equilibrada, são necessários os seguintes cuidados:
4. A estratégia organizacional
- Escolhidos e fixados os objetivos a serem alcançados, o próximo passo é estabelecer a estratégia organizacional a ser utilizada, para alcançá-los de forma efetiva, e escolher as táticas e operações que melhor implementem a estratégia adotada.
Conceito de estratégia:
- Conceito de tática:
4.1. As categorias (tipologia) de estratégias segundo Ansoff
- Máximo rendimento anual – É uma estratégia que extrai o máximo de seu ativo e eleva ao máximo a liquidez de caixa, visando sobreviver para produzir rendimentos;
- Ganhos de capital – Busca lucratividade no longo prazo. É típica de empresas que querem atrair capital;
- Liquidez de patrimônio – Busca atrair compradores, procurando demonstrar flexibilidade patrimonial, mesmo que com baixa rentabilidade. É típica de empresas que querem abrir seu capital ou fundir-se com outros grupos de empresas;
- Responsabilidade social – É focada em questões comunitárias ou ecológicas, com as quais o seu interesse está identificado. É o caso de fabricantes de papel com campanhas de proteção a reservas florestais para proteger seus interesses a longo prazo;
- Filantropia – Aplica recursos em objetivos não-econômicos ou instituições não lucrativas (como fundações científicas ou humanitárias);
- Atitude para com os riscos – É focada na redução dos riscos do negócio, mesmo que isso reduza os lucros. É o caso de uma administração velha que pretende se perpetuar no poder.
Observação: A tipologia de estratégias de Ansoff não esgota o assunto, podendo ocorrer combinações variadas entre elas.
4.2. Planejamento estratégicoA Teoria Neoclássica inaugura uma importante área na teoria administrativa: A administração estratégica, que se tornou uma disciplina acadêmica.
O modelo prescritivo de planejamento estratégico dos neoclássicos seque cinco estágios, a saber:
1º) Formulação dos objetivos organizacionais (identificar as alternativas estratégicas relevantes, focalizando a direção estratégica a seguir - foco);
2º) Análise externa do ambiente ou auditoria externa (análise SWOT);
3º) Análise interna da empresa ou auditoria interna (análise SWOT);
4º) Formulação das alternativas estratégicas e escolha da estratégia a ser utilizada (decisão);
5º) Desenvolvimento de planos táticos e operacionalização da estratégia (o que fazer - ação).
4.2.1. Análise ambiental (SWOT)
– Estudo da situação:Análise interna (o que temos na organização):
- Pontos fortes (Strenghts);
- Pontos fracos (Weakness).
Análise externa (o que há no mercado - ambiente):
- Oportunidades (Opportunities);
- Ameaças (Threats).
Referências: CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003, pp. 227-47.
CARACTERISTICA DO EMPREENDEDOR
Conjunto de realizaçãoBusca de oportunidades e iniciativa- Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços.
- Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos, terrenos, local de trabalho ou assistência.Corre riscos calculados
- Avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente.
- Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados.
- Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.
- Dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores ou concorrentes.
Planejamento e monitoramento sistemático
Competitividade
Principais itens a serem analisados:
Estabeleça indicadores financeiros que permitam conhecer quais as condições financeiras relacionadas com o seu negócio. Faça uma estimativa do resultado da empresa, a partir de dados projetados, bem como uma projeção do capital necessário para começar a atividade, pois terá que fazer investimentos em local, equipamentos, materiais e despesas diversas, para instalação e funcionamento inicial da empresa.
Projeção de capital
Preço de venda
Demonstrativo de resultados
É de fundamental importância que você saiba que resultado sua empresa apresenta. Escolha a forma que mais se identifica com seu negócio ou situação.
Determinação do Preço de Venda
A definição da estrutura de custos é parcela importante neste processo, uma vez que possibilitará ao administrador saber quanto lucrou.
- Preço de venda abaixo do real, o que diminui os lucros da empresa.
- Preço de venda acima do real, o que dificulta as vendas.
Tempo gasto para realizar o serviço
Por exemplo: caso o tempo da prestação do serviço seja de 50 minutos, o valor da mão-de-obra poderá ser obtido através de regra de três simples:
60 minutos (1 hora) .....................R$
50 minutos ...................................X
Obs.: deverão ser considerados apenas os funcionários responsáveis pela execução dos serviços.
Despesas fixas:
O próximo passo é determinar as despesas fixas e despesas administrativas da empresa, conforme tabela, podendo ser usado como base os valores efetivamente pagos no mês anterior.
Calculado. Obtido pela divisão das despesas fixas total pelo total de horas disponíveis no mês.
Calculado. Rateio das despesas fixas multiplicado pelo tempo gasto no serviço.
Calculdado. Igual ao custo da mão-de-obra + rateio das despesas fixas.
Despesas de comercialziação e lucro
Preencher com os valores aplicáveis. Se, ao final do cálculo do preço de venda, for obtido valor muito superior ao praticado pela concorrência, é aconselhável rever o percentual desejado de lucro.
Custo do material aplicado
Ao realizar o serviço, determinadas empresas utilizam-se de materiais que deverão ser destacados das despesas gerais, se o seu valor, em relação ao preço do serviço, for considerado relevante. São, na maioria dos casos, peças de reposição.
Preencher com a descrição, unidade, quantidade referente a cada material utilizado na prestação do serviço.
- Preço
Informar o valor calculado de acordo com a formação de preço para o comércio, por unidade, ou seja, por kg, m, m2, m3.
- Preço final do serviço
Calculado. E obtido através da soma do preço do serviço com o valor referente aos gastos com material utilizado para realizá-lo.
Controles Administrativos
A adoção de um controle de vendas possibilita ao empresário prever receitas futuras e, conseqüentemente, programar as compras da empresa. Além disso, torna-se mais fácil acompanhar o comportamento mensal das vendas, as variações devido a sazonalidade, bem como o prazo médio concedido para os pagamentos realizados a prazo.
- Controle de compras
A adoção de um controle de compras possibilitará ao empresário distribuir melhor suas compras para os meses seguintes, baseando-se nas previsões de vendas e nos compromissos assumidos.
Este controle permitirá, também a determinação do prazo médio das compras.
O controle de despesas tem como objetivo o melhor acompanhamento da evolução dos gastos mensais, bem como a verificação do comportamento de cada item de despesa, permitindo, assim, a adoção de medidas que possam conter os gastos que venham crescendo sem justificativa.
O controle de despesas é indispensável à elaboração do cálculo dos custos e do preço de venda de um produto, serviço ou mercadoria.
Pode ser utilizada uma ficha de controle para cada item, onde serão anotadas as entradas e saídas de mercadoria ou material.
O controle físico e financeiro de estoque tem como objetivo básico informar a quantidade disponível de cada item existente na empresa, quer seja matéria-prima, quer seja mercadoria, e quanto esta quantidade significa em valores monetários.
A adoção de um controle de vendas possibilita ao empresário prever receitas futuras e, conseqüentemente, programar as compras da empresa. Além disso, torna-se mais fácil acompanhar o comportamento mensal das vendas, as variações devido a sazonalidade, bem como
Controle de compras
A adoção de um controle de compras possibilitará ao empresário distribuir melhor suas compras para os meses seguintes, baseando-se nas previsões de vendas e nos compromissos assumidos.
Este controle permitirá, também a determinação do prazo médio das compras.
Controle de despesas
O controle de despesas tem como objetivo o melhor acompanhamento da evolução dos gastos mensais, bem como a verificação do comportamento de cada item de despesa, permitindo, assim, a adoção de medidas que possam conter os gastos que venham crescendo sem justificativa.
O controle de despesas é indispensável à elaboração do cálculo dos custos e do preço de venda de um produto, serviço ou mercadoria.
Os valores gastos com pessoal, encargos sociais e retiradas pró-labore podem ser extraídas da folha de pagamento. É bom atentar para o pagamento de horas extras e qualquer outro tipo de pagamento a pessoal que não constar em folha, a fim de que seja registrado no quadro.
Controle de estoque
Pode ser utilizada uma ficha de controle para cada item, onde serão anotadas as entradas e saídas de mercadoria ou material.
Controle de estoque físico e financeiro
O controle físico e financeiro de estoque tem como objetivo básico informar a quantidade disponível de cada item existente na empresa, quer seja matéria-prima, quer seja mercadoria, e quanto esta quantidade significa em valores monetários.
Conheça o Mercado
Assim, toda situação em que estão presentes a compra e a venda – real ou potencial – de alguma coisa é uma situação de mercado.
Quando alguém pretende abrir uma empresa, significa que se dispõe a desempenhar um novo papel no mercado – pretende atuar do lado da oferta. E, no novo papel, será necessário prestar atenção a componentes do mercado, que são fundamentais para o sucesso de seu desempenho
O futuro empresário precisa de informações que o ajudem a enxergar o mais claramente possível:
1. O Mercado Consumidor – os clientes - para quem produzir e vender mercadorias ou prestar seus serviços;
2. O Mercado Concorrente – quem produz e vende mercadorias ou presta serviços idênticos ou similares aos que você pretende oferecer;
3. O Mercado Fornecedor – quem oferece equipamentos, matéria-prima, embalagens e outros materiais que você necessita para produzir e vender as mercadorias ou prestar os serviços pretendidos.
Fique atento ao Mercado Concorrente
O mercado concorrente é composto pelas pessoas ou empresas que oferecem mercadorias ou serviços iguais ou semelhantes àqueles que serão oferecidos pela empresa que você está planejando.
Você pode começar a observar o mercado concorrente através das mercadorias ou dos serviços que ele oferece. Preste atenção em características como: qualidade, preço, acabamento, durabilidade, funcionalidade, embalagem, tamanho, qualidade no atendimento, facilidade de acesso, forma de apresentar a mercadoria
Você pode, inclusive, experimentar as mercadorias ou os serviços que estarão concorrendo com o seu. Verifique o que pode ser melhorado.
Assim, toda situação em que estão presentes a compra e a venda – real ou potencial – de alguma coisa é uma situação de mercado
Quando alguém pretende abrir uma empresa, significa que se dispõe a desempenhar um novo papel no mercado – pretende atuar do lado da oferta. E, no novo papel, será necessário prestar atenção a componentes do mercado, que são fundamentais para o sucesso de seu desempenho.
O futuro empresário precisa de informações que o ajudem a enxergar o mais claramente possível:
1. O Mercado Consumidor – os clientes - para quem produzir e vender mercadorias ou prestar seus serviços;
2. O Mercado Concorrente – quem produz e vende mercadorias ou presta serviços idênticos ou similares aos que você pretende oferecer;
3. O Mercado Fornecedor – quem oferece equipamentos, matéria-prima, embalagens e outros materiais que você necessita para produzir e vender as mercadorias ou prestar os serviços pretendidos
Fique atento ao Mercado Concorrente
O mercado concorrente é composto pelas pessoas ou empresas que oferecem mercadorias ou serviços iguais ou semelhantes àqueles que serão oferecidos pela empresa que você está planejando
Você pode começar a observar o mercado concorrente através das mercadorias ou dos serviços que ele oferece. Preste atenção em características como: qualidade, preço, acabamento, durabilidade, funcionalidade, embalagem, tamanho, qualidade no atendimento, facilidade de acesso, forma de apresentar a mercadoria
Você pode, inclusive, experimentar as mercadorias ou os serviços que estarão concorrendo com o seu. Verifique o que pode ser melhorado.
Marketing
Marketing na internet
Segmentação de mercado
Produto
Pesquisa de mercado
Pense nos clientes
O cliente é uma força indispensável para a futura empresa. Ele é o alvo dos produtos e/ou serviços e deverá sentir-se plenamente atendido, entender que o preço a ser pago é justo e que os produtos/serviços correspondem à qualidade por ele esperada. Ao planejar a empresa esclareça quem serão os clientes e o que eles esperam. Preocupe-se com a diferença que o produto e/ou serviço irá fazer para esses futuros clientes.
O cliente é uma força indispensável para a futura empresa. Ele é o alvo dos produtos e/ou serviços e deverá sentir-se plenamente atendido, entender que o preço a ser pago é justo e que os produtos/serviços correspondem à qualidade por ele esperada. Ao planejar a empresa esclareça quem serão os clientes e o que eles esperam. Preocupe-se com a diferença que o produto e/ou serviço irá fazer para esses futuros clientes.
Localização e Estrutura
A responsabilidade é grande, pois o sucesso do empreendimento depende em grande parte da sua localização. Afinal, qual a melhor alternativa? Para uma empresa de prestação de serviços a orientação é estar próximo do público alvo
As indústrias devem estar atentas principalmente à logística de transporte, com vistas ao fluxo de veículos de carga de matéria-prima e produtos acabados.
Já o comércio depende basicamente de sua localização. Nesse caso as opções são maiores, por isso requer mais estudo. Uma loja de shopping ou de rua? Numa rua do centro ou de bairro? Galeria ou calçada?
VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS OPÇÕES DE LOCALIZAÇÃO:
Loja de shopping
- campanhas promocionais
- segurança
- amplo estacionamento
- conforto
- praticidade
Desvantagens:
- alto investimento na aquisição da loja
- taxa de condomínio alta
- cobrança de fundo de promoção
- regras de funcionamento
- cobrança de estacionamento
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Vantagens e desvantagens das opções de localização:
Ponto de vendas
Localização
Estrutura física e operacional
PENSE NOS FUNCIONÁRIOS
Procure Fornecedores
Não esqueça de considerar:
- Referências;
- Custo de frete;
- Qualidade;
- Capacidade de fornecimento;
- Preço;
- Forma de pagamento e de entrega.
Defina os melhores fornecedores para o seu tipo de negócio e, na medida do possível, planeje se relacionar com mais de um fornecedor por produto. A empresa vai precisar de fornecedores de serviço, de matéria prima ou de produtos? Esse é um aspecto importante no planejamento. É fundamental descobrir quem são e onde estão os fornecedores e definir quais os melhores para o negócio que está sendo planejado
PROCURE FORNECEDORES
Não esqueça de considerar: