segunda-feira, 22 de março de 2010

RIOS DE ÁGUAS VIVAS


Ainda há um fio aquoso e tênue de esperança

Gotejando em mim a água da bem-aventurança
Anjos dançam ao meu redor
Querem me ensinar o que é o amor
Não falo de pele, de sentimento carnal
Falo de rios de águas vivas
Que fluem da fonte límpida de puro cristal
Sentimento espiritual
Não me refiro, pois, ao amor entre iguais
Ou entre um homem e uma mulher
Falo da pétala aromática do bem-me-quer
Da flor que não murcha jamais
Que o mal-me-quer invejou
E não quer mais
Úrsula A. Vairo Maia

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