segunda-feira, 15 de março de 2010

Banzeiro

Raízes Caboclas


É o gemido da caboca no banzeiro
E o caboco banzeirando
Vai fazendo chap-chap
E o corpo fica molhado
No gostoso galopar.


Reviro os oio
No momento mais gostoso
E o balanço do caboco
Vai ficando remançoso
É o momento do banzeiro
No prazer se derramar.


Chap, chap, chap, devagar
Chap, chap, chap bem ligeiro
É o som do meu banzeiro
Na canoa balançar.

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